- PSIQUIATRA = Dr Klecyus Cabral Reis = CRM/RN - 8347- RQE - 2136
- PSICANALISTA = Dr Stênio Saraiva Barros = CEPS/RN - 0026 e Biomédico CRBM/RN - 659
- BACHAREL EM DIREITO = Alessandra Dias Brandão Nº DIPLOMA 43808 e DOUTORANDA EM PSICOLOGIA
- TÉCNICA DE ENFERMAGEM = Maria Emanuele da Silva - COREM/902.340
- TERAPEUTA EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA = Cassiano Ricardo
- DIRIGENTE,COORDENADOR E TÉCNICO EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA EM COMUNIDADES TERAPÊUTICAS = Gustavo Chaves de Toleto = FEBRACT (FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE COMUNIDADES TERAPÊUTICAS), Certificado Nº 28996.026497/95-00
Segundo o médico psiquiatrico Ronaldo Laranjeira diz (2012) Entende-se que a Dependência Química é considerada uma doença crônica e recidivante em que o uso continuo de narcóticos provocam mudanças duradouras na estrutura e no funcionamento neuronal, que são as bases das anormalidades comportamentais associadas à dependência. Nesse momento pode-se explicar o porque da mudança do comportamento do filho, um questionamento comum entre as familias.
Dalgalarrondo (2008) afirma que o alcoolista crônico, mesmo diante a vários problemas decorrentes do seu uso, tanto do ponto de vista físico como psicossocial ele nega que o álcool seja a base de tais problemas. Aqui pode-se falar da negação do usuário da necessidade do internamento do mesmo, o que também é muito comum.
Tal dependência é caracterizada pelo padrão de uso altamente disfuncional um desejo descontrolado pela droga ocasionando um mode de uso frequente e de grande quantidade.
De outro modo, apresenta ideações comprometidas em relação ao uso de SPA. Como exemplo o uso do álcool e maconha, acreditando ser uma droga relaxante e aceita pela sociedade. Droga esta que perturba o Sistema Nervoso Central e causa dependência, com seu uso continuado o organismo fica tolerante exigindo doses maiores. (RONALDO LARANJEIRA 2012):
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